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Entrevista: Livia Brazil, autora de "Queria Tanto".

Trago para você hoje mais uma entrevista do Abstraia-se. 
Essa foi a primeira entrevista que realizei e gosti muito. Essa é uma das vantagens de trabalharmos com autores nacionais, podemos conversar com eles e assim conhecê-los um pouco mais.
Nossa entrevista de hoje foi com o autora, LIVIA BRAZIL, que escreveu o livro QUERIA TANTO. 
Gostei muito de realizar minha primeira entrevista com a Livia que é muito simpática e acessível. É sempre bom conhecer o autor por detrás do livro.. E quase como se fosse um making of dele...rsrs

Então vamos lá. Permitam-me apresentá-la a vocês... E logo, logo teremos a resenha e promoção do livro "Queria Tanto" aqui no Abstraia-se.


Abstraia-se: Olá Livia, muito obrigada por nos conceder essa entrevista. Gostaria que você se apresentasse e falasse um pouco sobre seu livro “Queria Tanto”.
Olá Carine, que isso, quem tem que agradecer sou eu por essa oportunidade e por se interessar pelo meu livro. Bem, sou Livia (sem acento), tenho 26 anos e sou carioca (nascida e criada). E sou apaixonada pela cidade, apesar de todos os problemas, acho que por isso tem tanto dela no meu livro que, na verdade, é uma tentativa bem-humorada de mostrar o dia-a-dia das pessoas de 20 e poucos anos. Nem sempre é fácil, mas sempre dá pra dar boas risadas, ainda mais se a pessoa for louca como a Alice Maria, a protagonista do livro.

Abstraia-se  Você sempre quis escrever e publicar um livro ou apareceu a oportunidade e você aproveitou?
Sempre quis. Sempre escrevi muito, desde pequena, e o sonho de qualquer escritor é ver seu livro publicado. E eu queria muito! Tanto que aproveitei a oportunidade de um concurso que abriu na Benvirá, o Prêmio Benvirá, e mandei meu livro. Não ganhei, mas ele entraram em contato comigo pra saber se eu tinha interesse em publicar o livro e eu disse que sim! Foi o dia mais feliz da minha vida.
Abstraia-se: “Queria Tanto” tem uma temática bem moderna você se inspirou em alguma vivência pessoal para escrevê-lo?
Eu não me inspirei em nada específico. Fui pegando coisas pelas quais conhecidos passavam, ou eu passava ou já há passado, ou só maluquices que eu inventava mesmo e colocando tudo no papel.
Abstraia-se: Quais foram as maiores dificuldades ao escrever sua obra?
A maior dificuldade era não escrever! Hahahaha Eu estava estudando na época, e não conseguia prestar atenção nas aulas da faculdade direito porque volta e meia surgia uma idéia e eu tinha que escrever. Aí a aula acabava ficando em segundo plano. Mas eu não repeti nenhuma matéria por causa disso!
Abstraia-se: O que mais te fascina ao ler um livro? Qual o seu escritor e obra favoritos?

Olha, essa é uma pergunta muito difícil. Sou muito eclética, gosto de qualquer tipo de livro, e cada um por um motivo diferente. Mas, é claro, precisa ter uma linguagem que prende. E gosto muito de linguagem informal, ou recursos diferentes, como uma troca de e-mails entre personagens no meio do livro. Gosto muito também de suspense, que te faz pensar, tentar solucionar casos, sou apaixonada por Sherlock Holmes. Mas meu livro, na verdade série preferida é Harry Potter. Acho que nunca ninguém vai criar algo tão fantástico como a J.K. Rowling fez. Outros livros que eu amo são Carta para alguém bem perto, da Fernanda Young, que foi o livro que me fez querer ser escritora, e Feliz Ano Velho, do Marcelo Rubens Paiva, que me marcou muito. Escritores, além dos que já citei, também gosto muito do Nick Hornby, acho o jeito que ele escreve fascinante.

Abstraia-se: Que conselho você daria para aqueles que gostariam de publicar um livro?

Escrever muito, mesmo que vários começos ou pequenos contos, sempre escreva, porque quanto mais você escreve, melhor você escreve. E mandar seus textos para todos os concursos e prêmio literários possíveis. Mesmo se você não ganhar, pode ter alguém que goste da sua história, como aconteceu comigo.

Abstraia-se: Você pensa em escrever outras obras? Já tem previsão de lançamento ou tema definido?
Tenho duas histórias terminadas, e outras três pela metade. Uma das histórias terminadas deve ser lançada ano que vem, mas o tema é surpresa.
Abstraia-se: Confesso que ao ler “Queria Tanto”, imaginei que ele poderia facilmente ser adaptado como roteiro de um filme. Caso isso acontecesse, que atores você gostaria que interpretassem os personagens principais?

Sou super fã da Fernanda Rodrigues, desde criança, então adoraria que ela interpretasse a Alice. Ou a Marjorie Estiano, que eu também adoro e acho ótima atriz, super versátil. Já o Rodrigo tinha que ser o Dudu Azevedo, escrevi o personagem pensando nele, só que quando ele era mais novinho, com cabelo bem cacheadinho.

Abstraia-se : Muitos leitores costumam estabelecer trilhas sonoras para os livros que estão lendo.  Para você, que músicas fariam parte da trilha sonora de “Queria Tanto”?

Tem que ter Los Hermanos, que é minha banda brasileira favorita. Como é um livro muito carioca, seria legal ter muitos cantores e bandas do Rio, já conhecidos e outros iniciantes, como o Cícero. E Elis Regina e Caetano Veloso que, apesar de não serem cariocas, a Alice adora.

Abstraia-se: Defina-me seu livro em uma palavra.
Divertido.
Abstraia-se: Lívia, agradeço muito sua participação no Blog Abstraia-se. Quero parabenizá-la pelo seu livro e deixo o espaço aberto para que você possa incentivar à leitura dele (pode fazer propaganda se quiser... hehe).
Não só o meu livro, mas queria incentivar as pessoas a lerem qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, livros, jornais, revistas, porque ler te acrescenta muito, você nem imagina o quanto. Uma pessoa que lê é uma pessoa muito mais completa.
Muito obrigada pela oportunidade, querida.

 Então pessoal...
Fica aqui mais uma entrevista para vocês. Eu espero que tenham gostado dela tanto como eu.
Quero agradecer muito a querida Livia Brazil que foi super atenciosa e solícita conosco....
Até a próxima!
Um grande beijo e Boas Leituras!!!



Entrevista: Felipe Santos, autor de 'O Preço da Imortalidade'

Olá Pessoal...

Quero mostra pra vocês hoje a segunda entrevista do Abstraia-se. Gente, eu realmente adoro fazer entrevistas, pois com ela a gente conhece realmente um autor de uma forma que torna até mesmo o livro mais fácil de ser lido!!!

Nossa entrevista de hoje foi com o autor FELIPE SANTOS, autor do livro O PREÇO DA IMORTALIDADE. Eu realmente gostei muito dessa entrevista e é sempre bom conhecer um autor por detrás do livro. E quase como se fosse um making of do livro...rsrs

Então vamos lá. Permitam-me apresentá-lo a vocês...


Abstraia-se: Olá Felipe, muito obrigado por aceitar fazer essa entrevista com o blog Abstraia-se. Gostaria que se apresentasse e falasse um pouco mais sobre O Preço da Imortalidade.

Felipe: Olá Clodoveu! Eu que agradeço pela oportunidade de falar um pouco mais do meu trabalho no seu blog. Meu nome é Felipe Santos e sou o autor do livro "O Preço da Imortalidade", lançado recentemente pela Editora Novo Século. A trama se passa todo na Era Medieval onde William Brenauder, um jovem camponês, se vê dividido entre buscar uma "cura" para a sua condição vampírica ou honrar o nome da família em busca de vingança contra o vampiro que a matou. Nessa jornada ele ainda se vê imerso no mundo de intrigas, inveja, orgulho e tirania que ditam as regras no mundo dos vampiros.


Abstraia-se: De onde surgiu a idéia de criar um livro sobre vampiros medievais?

Felipe: Acredito que todo leitor é um escritor em potencial. Acredito ser este o meu caso. Eu sempre li muitos livros ligados na temática do suspense/terror/sobrenatural. Nos livros de vampiros eu via aqueles seres seculares e ninguém contava a história deles no passado. Como eles começaram, como adquiriram poder. Também gosto muito de História medieval. Daí juntei os dois na minha imaginação e surgiu o Preço da Imortalidade.


Abstraia-se: Quais as maiores dificuldades que encontrou no processo para escrever sua obra?

Felipe: Montar diversas personalidades tão distintas é bastante cansativo. Por exemplo, existem ao menos cinco vampiros ditos cruéis na obra, mas o leitor reconhece que todos são diferentes entre si. Outra dificuldade é o cuidado em evitar as pontas soltas. O Preço da Imortalidade foi revisto mais de cinco vezes para eliminar todas as possíveis pontas soltas e entregar ao leitor uma história bem fechada com começo, meio e fim bem explicados.


Abstraia-se: Quem (ou o quê) te inspirou para que sua escrita ficasse mais fácil?

Felipe: Sempre li muitos livros. Gosto muito do estilo literário de André Vianco, Stephen King e Michael Crichton. Acredito que tenha me inspirado nesses três grandes autores.


Abstraia-se: Sua vontade de ser um escritor é recente ou já existe há algum tempo?

Felipe: Desde a minha adolescência eu sonho em ser escritor. Comecei a escrever com 16 anos, mas só o tempo e a prática me fizeram melhorar a escrita.


Abstraia-se: O que, pra você, um livro deve ter para que o leitor não consiga largá-lo?

Felipe: Acho que uma história criativa com uma trama instigante e com personagens bem construídos. Todo livro contém pelo menos um mistério e a resolução deste mistério deve provocar o leitor para que ele continue lendo.


Abstraia-se: Qual o seu escritor e seu livro favorito?

Felipe: Essa pergunta é realmente difícil. Gosto de muitos autores. Acho mais fácil listar minha lista dos cinco livros favoritos: Parque dos Dinossauros (Michael Crichton), Bento (André Vianco), Anjo - A face do mal (Nelson Magrini), Eu sou a lenda (RIchard Matheson) e A Incendiária (Stephen King). A lista não segue uma ordem de preferência.


Abstraia-se: Dizem que o leitor é um escritor em potencial, e até mesmo o escritor nunca deixa de ser leitor. Qual o livro que você está lendo neste momento?

Felipe: Neste momento estou lendo Moedas para o Barqueiro, uma coletânea de contos sobre a morte com autores nacionais. Tem alguns contos no livro que são muito bons.



Abstraia-se: Se seu livro se tornasse um filme, quais celebridades você escolheria para protagonizá-lo?

Felipe: Essa é uma outra pergunta difícil, mas vamos lá. Meu elenco dos sonhos seria: Caco Ciocler (Lazarus), Alessandra Negrini (Lisa Timbrook), Miguel Thire (Richard Blane), Murilo Rosa (Aurion Clack), Alexandre Borges (Reinald Galf), Matthew McConaughey (Vince), Tom Felton (Sian Malthus) e Ben Barnes (Arctos). Se pudesse ainda convidaria o Peter Jackson para dirigir o possível longa (Senhor dos Anéis - trilogia, King Kong e Distrito 9).


Abstraia-se: Lógico que não podemos falar em livros sem citar uma trilha sonora. Qual a trilha sonora de ‘O Preço da Imortalidade’

Felipe: Misture Linkin in Park e Blind Guardian. É a mistura perfeita para o livro.


Abstraia-se: Podemos considerar ‘O Preço da Imortalidade’ como sua iniciação no mundo literário. Você pensa em escrever uma nova obra?

Felipe: Já estou escrevendo, só que desta vez uma obra no Brasil em tempos modernos. Uma mistura de suspense e terror que quero testar. Nada de vampiros neste livro. Tomara que dê certo.


Abstraia-se: Defina-me seu livro em uma palavra.

Felipe: Sombrio.


Abstraia-se: Felipe, agradeço muito sua participação no Blog Abstraia-se. Quero parabenizá-lo pelo seu livro e deixo a palavra pra que você possa incentivar à leitura de seu livro (pode fazer propaganda se quiser... hehe).

Felipe: Quero agradecer mais uma vez ao blog Abstraia-se pela oportunidade de mostrar um pouco do meu trabalho. Quem ler o livro vai encontrar 500 páginas de muita ação com leves toques de suspense e terror. A trama é toda com vampiros clássicos (estilo Bram Stoker, Anne Rice, André Vianco). O livro já se encontra nas grandes livrarias no mundo real (Saraiva, Nobel, Cultura) e nas virtuais (Livraria Fantástica, Submarino). Estão todos convidados a ler as resenhas já feitas do livro no skoob (http://www.skoob.com.br/livro/122243). Uma parte do primeiro capítulo e o prefácio do livro podem ser lidos no meu blog (williambrenauder.blogspot.com). Venha paricipar de uma jornada na era medieval onde os vampiros não vivem só na nossa imaginação.



Então pessoal...
Fica aqui mais uma entrevista que o blog encarrega de trazer aos leitores. Eu espero que vocês tenham gostado dela assim com eu.

Quero agradecer muito a Felipe Santos que se dispos a responder pelas perguntas e as fez com ótima disposição...

Em breve teremos novas entrevistas...
Um grande abraço a todos e Boas Leituras!!!

Entrevista - André Cardinali, autor de Estátuas de Sal

Olá Pessoal...

Muito bom dia!!

E com muito prazer que venho trazer mais uma novidade pra vocês. 



O Abstraia-se traz em sua primeira Entrevista o autor de Estátuas de Sal, André Cardinali, que apresentei a vocês há algumas postagens. Confesso que quando criei o blog não achei que teria essa ideia de fazer entrevistas, mas foi uma trabalho muito legal e que em breve espero repetí-lo, pois através dessas pequenas perguntas que fazemos ao autor descobrimos algo a mais além do que está escrito no livro. Então é através desse post que proporciono a vocês, juntamente com o autor, conhecer os bastidores do livro.




Abstraia-se: Olá André, bom dia. Primeiramente gostaria de agradecer sua disponibilidade por nos dar essa entrevista. Está será a primeira entrevista que o Blog Abstraia-se está fazendo. Você poderia se apresentar e também nos dar uma prévia de Estátuas de Sal?
André: Olá, meu nome é André Cardinali, sou escritor, autor do livro Estátuas de Sal, com previsão de lançamento para o fim de setembro. Sou de Piracicaba, interior do estado de São Paulo. Um caipirinha, por assim dizer! rs Tenho 23 anos e, embora Estátuas seja minha primeira publicação, já escrevi outros três romances. Estátuas de Sal é o primeiro que levo adiante por vários motivos. O mais importante deles é que eu considero este livro como a obra mais densa, madura e relevante que fiz. Além disso, o que posso adiantar é que Estátuas é cercado de muito mistério e suspense. Criei visando que o leitor ficasse vidrado e tivesse aquele friozinho na barriga pensando “o que vem a seguir?”.  Como grande fã dos filmes Matrix, também aproveito a trama para inserir discussões filosóficas que considero válidas.

Abstraia-se: Como surgiu a idéia de criar um livro? Isso já era um sonho há muito tempo ou por um lapso você resolveu criar uma história?
André: Como disse, já havia escrito outros romances e tenho o hábito de escrever. Me dá muito prazer. Trabalho com roteiros para vídeos e filmes e também como repórter. Então, escrever é algo que faz parte do meu dia. O tempo todo tenho ideias para desenvolver textos. As que eu considero mais importantes é que acabo transformando em realidade. Este livro é uma dessas ideias. Mais que isso, é um sonho que, felizmente e depois de muito esforço, estou vendo se realizar.

Abstraia-se:O que, ou quem, foi sua fonte inspiradora para escrever Estátuas de Sal?
André: Acho que existem várias respostas para essa pergunta. Filmes como Matrix e os do diretor M. Night Shyamalan, bem como livros de Dan Brown e a série de TV Lost me forneceram influências para o formato que eu queria. Já quanto ao conteúdo, o mitólogo Joseph Campbell e as próprias escrituras sagradas de muitas religiões me deram ideias. O que fiz foi juntar tudo. Lógico, existem muitas outras influências, mas essas foram bem relevantes.

Abstraia-se:Qual a mensagem do seu livro para com os leitores?
André: Existe uma mensagem muito importante. Aliás, ela é a coisa mais importante do livro. Acredito que o livro, a estória, não é um fim, mas um meio através do qual se pode passar mensagens importantes para as pessoas em formato de entretenimento, agradável à leitura. Entretanto, não posso revelar essa mensagem de antemão. Acabaria com o sentido do livro. O livro só será bem sucedido e cumprirá seu papel se as pessoas conseguirem captar o que eu quis dizer com a estória. Na verdade, o que eu mais espero é que as pessoas entendam o que eu quero dizer.
Abstraia-se:O que mais fascina você ao ler um livro?
André: Gosto muito da apreensão, de ficar nervoso, de devorar as páginas, puxar os cabelos querendo saber o que vai acontecer! rs Também gosto de personagens e situações verossímeis, em que você lê a cena e fala “Hum, isso poderia acontecer, mesmo. Parece real”.  Isso me fascina. A arte de contar estórias.

Abstraia-se: Qual livro você está lendo agora?
André: Citei Dan Brown lá em cima e, curiosamente, estou lendo ele. O Símbolo Perdido.

Abstraia-se:Não sei se muitas pessoas sabem, mas na Bíblia nós temos uma história muito parecida, que é quando a mulher de Ló olha para trás e vira uma estátua de sal. Em algum momento a história da Bíblia influenciou no seu livro?
André: Obviamente. Estátuas de Sal é uma referência à história de Sodoma e Gomorra, que aparece não só na Bíblia, como no Alcorão. Aliás, essa história tem muita relevância para a trama e é longamente discutida.

Abstraia-se:Se você fosse escolher atores famosos para compor os personagens do seu livro, quem você escolheria?
André: Poxa, é uma pergunta difícil de responder. Adoraria que o livro virasse filme, por exemplo, mas você cria as pessoas tentando dar vida a elas, visando que elas sejam pessoas diferentes. Eu realmente nunca pensei nisso. De bate e pronto assim, talvez eu possa citar o Caio Blat pra um dos papeis e eu confesso que me baseei levemente na Marisol Ribeiro para compor a fisionomia de outro. rs

Abstraia-se: Agora Falando em músicas.  Muitos leitores fanáticos como eu costumam estabelecer trilhas sonoras para os livros que leem. Quanto ao seu livro, indique-me três músicas que você escolheria para fazer parte da trilha sonora dele?
André: Eu ouvia muito Depeche Mode para entrar no clima para escrever, principalmente os últimos álbuns, que tem uma sonoridade mais misteriosa e (por que não?) sinistra. Poderia citar A Pain That I’m Used To deles que tem um clima bem tenso. Outras duas trilhas vou pegar do próprio livro, já que são citadas lá. Smile, de David Gilmour, e Losing My Religion, do REM. Se tiver sugestões quando ler, gostaria de saber as suas! rs É sério!

Abstraia-se: Defina-me seu livro em uma palavra.
André: Mistééééério!

Abstraia-se:André, muito obrigado pela sua entrevista. Ela é muito importante para crescimento do Abstraia-se e você está contribuindo diretamente para isso. Gostaria de acrescentar mais alguma coisa?
André: Fico feliz em poder te ajudar tanto quanto está me ajudando. Queria agradecer muito a atenção do Abstraia-se para Estátuas de Sal. Significa muito para mim. Ver o interesse de outras pessoas é altamente gratificante. Faz tudo valer a pena. Queria também mandar um grande abraço a todos os leitores e blogueiros que dão um apoio indescritível à literatura nacional, sobretudo a autores que, como eu, estão apenas começando. Meus mais sinceros agradecimentos e humilde desejo de que se divirtam com a leitura de Estátuas de Sal.


Pessoal, eu gostei muuuuito de fazer essa entrevista com o André,  e espero que vocês também tenham gostado!!!
Esta, com certeza, será a primeira de muitas que estão por vir..
Agradeço muitíssimo ao André, que nos deu essa oportunidade de conhecer melhor ele e seu trabalho, também a atenção e educação com que se dispos a responder às perguntas. Muito obrigado André!!

Por enquanto é isso pessoal...
Em breve voltaremos com mais novidadess!!!

Abraços!!!